Redação Força Jovem

Somos formados por Professores da EMEF, Por Alunos e Ex- Alunos, Por Coordenadores dos Núcleos de Ação Educacional e de Projetos Culturais da Gestão do CEU Azul da Cor do Mar.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Equipe Redação Força Jovem cobre Virada Cultural

Dias 15 e 16 de maio houve em toda São Paulo mais uma edição da Virada Cultural.
Nós do CEU Azul da Cor do Mar recebemos inúmeras atrações. Apresentações de Dança, Carlos Dafé e Banda, Capoeira, Show de Mágica, Blues de Garagem e muito mais.
Confira abaixo algumas das imagens que registramos para vocês!






































Jornal Azul de Maio






quinta-feira, 15 de abril de 2010

Redação Força Jovem cobrindo evento de Entronização da EMEF

Aluno Amaury entrevistando a Jornalista Maria Julia


Composição da mesa - Diretor  da EMEF Francisco Calado, Diretora Regional de Educação de IQ Elizabeth Oliveira Dias, Supervisora do CEU, Leila Soares, Gestora Bernardete Marcelino; Jorge Franklin, irmão da Conceição, Zilma Coutinho, amiga da patrona.


Apresentação teatral grupo Veneno da Lata


Equipe Força Jovem com a Jornalista Maria Julia.
                                                            

terça-feira, 13 de abril de 2010

Entronização da EMEF Conceição Aparecida de Jesus


A EMEF do CEU Azul da Cor do Mar não se chama mais CEU EMEF Jd Vila Nova. Desde meados de setembro ela passou a se chamar CEU EMEF Profª Conceição Aparecida de Jesus, mas foi só no último sábado dia 10 de abril, que aconteceu o evento de entronização da nossa Escola.

O evento foi ótimo, recebemos os familiares e amigos da nossa patrona Conceição Aparecida de Jesus. Foi um momento de muita emoção e aprendizado, com certeza a Professora Conceição foi um grande exemplo para todos nós. A Redação Força Jovem esteve lá no evento e registrou todos momentos com entrevistas que serão postadas aqui durante a semana.

E para começar, confira a matéria sobre nossa patrona que foi publicada no Jornal Azul de Outubro de 2009:

Você sabe quem foi essa professora? Os alunos Lucas Estevam, do 1º ano da EE Rev. Irineu, e Kaique Gomes, do 8º ano da EMEF do CEU Azul da Cor do Mar, foram até a EMEF 8 de Maio para conhecerem a história dessa professora. Veja o que eles descobriram. Conceição Aparecida de Jesus foi professora de Língua Portuguesa da EMEF 8 de Maio no bairro Cidade A. E. Carvalho, zona leste, durante muitos anos e se tornou coordenadora pedagógica da mesma escola. A EMEF 8 de Maio existe há 40 anos e a professora Conceição começou a trabalhar lá em 1982. Dona Cleusa, funcionária da escola, nos ajudou a saber quem foi Conceição Aparecida de Jesus e nos emprestou uma foto da professora.

Os professores João Raimundo Coutinho e Zilma Sales dos Santos Coutinho presentearam-nos com uma pequena biografia da professora homenageada:


Conceição Aparecida de Jesus, filha do Sr. Franklin e da Dona Eunice, terminou o curso de formação de professores primários no Instituto de Educação Padre Anchieta no Brás, em 1968. Em 1969 ingressou no Curso de Letras da USP e um ano depois foi aprovada no serviço público municipal como professora. O sonho de se formar em uma universidade pública teve que ser adiado, pois era difícil conciliar o trabalho e os estudos. No final dos anos 70, Conceição voltou a estudar e se formou em Letras e, pouco tempo depois em Pedagogia. Vinte e dois anos depois de trancar o curso na USP, Conceição retomou o sonho de se formar em uma universidade pública com excelência de qualidade.

Em 1993 afastou-se do serviço serviço público e fez mestrado na UNICAMP em lingüística aplicada na área de ensino da língua materna tendo apresentado a dissertação “Reescrita: para além da Higienização”. Após a aposentadoria, em 1997, retorna à Academia desta vez na Faculdade de Educação da USP para defender a tese de doutorado “Atos de resistência cultural e educação: discursos e expectativas para além de Zumbi”. A professora Conceição ainda atuou em outros trabalhos na área de Educação, na área da defesa da juventude e no combate à discriminação étnico-racial. Morreu precocemente em 02/02/2008, aos 56 anos de idade, de aneurisma cerebral.





quinta-feira, 1 de abril de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

sábado, 30 de janeiro de 2010

Repórteres, sim. Campuseiros também!

Repórteres, sim. Campuseiros também!*
Por Giulliana Bianconi

A presença de integrantes do projeto Nas Ondas do Rádio em eventos de tecnologia e educação já não é novidade. Orientados por engajados professores e pelo coordenador Carlos Alberto Mendes, estudantes de escolas públicas de São Paulo circulam com câmeras e microfones gravando entrevistas e fazendo reportagens que, em seguida, são publicadas em ambientes da web. Nesta terceira edição da Campus Party, porém, a cobertura jornalística dos jovens repórteres ganhou nova dinâmica.

O Mar-Azul da Campus Party - seis mil barracas (foto de Giulliana Bianconi)

A produção de conteúdos pôde ser ampliada, já que a participação da garotada está mais intensa. Um grupo deles está vivenciando o maior evento do país de compartilhamento de conteúdos de forma inédita neste ano: acampando.
Com a liberdade de um campuseiro, que não precisa se preocupar com a hora de "voltar para casa", os estudantes podem conferir todos os paineis que quiserem e considerarem interessantes. Gabriela Vallim, 15 anos, afirma estar adorando a experiência. "É muito interessante poder conviver com pessoas de diferentes culturas 24 horas por dia. Aqui tem universitário de diversas áreas, por isso é uma experiência muito rica", diz, com a voz firme de uma repórter.

Aluna do 2º ano do Ensino Médio, Gabriela já decidiu que quer cursar jornalismo. Apesar de gostar da tecnologia, ela ressalta que o que mais a fascina é o contato com as pessoas, a comunicação.

Na Campus Party, oportunidade para essa interação com o público é o que não falta. Gabriela passa o dia pelos corredores do evento. "Gosto mesmo é de fazer entrevistas", diz. Mas a garota, assim como os seus colegas, também grava vídeos, participa das edições de áudio e realiza postagens de textos no blog do projeto e no Twitter. "Está sendo tão puxado por aqui que há alguns dias não entro no meu perfil do Twitter, só no do projeto."

À noite, quando os painéis e debates são encerrados, a barraca da adolescente, uma das seis mil que ocupam uma imensa área do Centro de Exposições Imigrantes, é o destino. O que não representa, necessariamente, descanso e um sono tranquilo. "Aqui o pessoal tem um grito característico. Basta um começar que todo mundo acompanha. É o tempo inteiro", comenta rindo. Gabriela não se incomoda. Diz que ali está em clima de férias. "Mesmo tendo a responsabilidade do projeto, isso aqui é um acampamento de férias", ressalta a garota.

Se os jovens não se importam, os educadores do projeto "Nas Ondas do Rádio" estão sempre atentos. A responsabilidade é grande. E, para garantir que os estudantes não passem por desconfortos nem importunações, há sempre alguém por perto. Assim que o coordenador Carlos Alberto Mendes conseguiu, junto ao programa Educarede, as barracas para os seus "repórteres", tratou de recrutar professores para acompanhar os estudantes no acampamento.

Por isso a coordenadora do CEU Azul da Cor do Mar, Isabela Oliveira, também levou a sua mala para a Campus Party. Desde o início da semana, dorme numa das barraquinhas azuis. Ela revela que toda a experiência do evento será relatada pelos alunos, posteriormente, em um documentário. Por enquanto, Isabela vai gerindo, junto a outros professores, como o colega Fábio Rogério Nepomuceno, da escola Mestre Fernando Gracioso, a agência de notícias que tem textos fresquinhos todos os dias. Para ela, a experiência também é um tanto nova. "Não estou acostumada a sair assim com os alunos, para passar dias fora. Está sendo muito interessante. Eles estão encantados, até deslumbrados, e estamos conhecendo muita coisa nova sobre robótica, ciência e tecnologia de uma maneira geral."

*http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/reporteres-sim-campuseiros-tambem